Sou inconsciente das palavras que se constroem na minha mente,
Sou completamente alheia a todas elas...
E é cansativa esta história de não parar!
Como coisa de vertente,
Não são palavras estipuladas,
Nem sou dona da sua ordem ou pontuação de frases!
São estados, são memórias, são cenas criadas...
Será Deus que o faz por instinto?
São sensações e coisas que não se sabem,
São pinceladas, pela mão da alma pintadas...
Milhentas histórias desiguais,
São estados de impureza incapaz!
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